quarta-feira, 23 de abril de 2014

Just The Way You Are - Bruno Mars

Oh her eyes, her eyes
Make the stars look like they're not shining
Her hair, her hair
Falls perfectly without her trying

She's so beautiful
And I tell her every day

Yeah I know, I know
When I compliment her
She won't believe me
And it's so, it's so
Sad to think that she don't see what I see

But every time she asks me do I look okay
I say

When I see your face
There's not a thing that I would change
'Cause you're amazing
Just the way you are
And when you smile,
The whole world stops and stares for a while
'Cause girl you're amazing
Just the way you are

Her lips, her lips
I could kiss them all day if she'd let me
Her laugh, her laugh
She hates but I think it's so sexy

She's so beautiful
And I tell her every day

Oh you know, you know, you know
I'd never ask you to change
If perfect is what you're searching for
Then just stay the same

So don't even bother asking
If you look okay
You know I'll say

When I see your face
There's not a thing that I would change
'Cause you're amazing
Just the way you are
And when you smile
The whole world stops and stares for a while
'Cause girl you're amazing
Just the way you are

The way you are
The way you are
Girl you're amazing
Just the way you are

When I see your face
There's not a thing that I would change
'Cause you're amazing
Just the way you are
And when you smile,
The whole world stops and stares for a while
'Cause girl you're amazing
Just the way you are


(ouvi essa musica ontem e não saiu da minha cabeça)

Perfeição



É bem verdade que eu leio e escrevo muito. E ao passo que leio e escrevo descubro coisas, coisa que estão além de mim. Abro um parêntese aqui para dizer que esse texto não é sobre o que é a perfeição, pois a mesma é para cada indivíduo subjetiva. Então se você estiver procurando uma receita de bolo para conhecer a resposta “sobre o que é a perfeição” sugiro que saia logo antes que se frustre e não compreenda a minha mensagem. Esse texto falar como se descobre e como reconhecê-la. Mas quando penso em como reconhecer a perfeição, meu cérebro entra em parafuso. E sobre os grandes inventores? Será que Beethoven quando compôs suas sinfonias, sentira que iria ser um marco na musica mundial? Sentira que era perfeita e a coisa certa mesmo quando não era um exímio violonista? Ou Da Vinci quando terminara Mona Lisa com seu enigmático sorriso, derramara uma lágrima e disse a si que ela era perfeita? Mesmo não sendo um pinto e sim um engenheiro. Mas trago para a literatura (algo que me corresponde) Shakespeare quando escrevera suas peças, ele vira que seria uma revolução na dramaturgia mundial e que depois de mais 500 anos suas produções ainda fariam sucesso? E quanto ao Machado de Assis quando escrevera Memorias Póstumas de Brás Cubas, ele vira ali a perfeição literária e que seria o precursor de uma escola literária brasileira (o romantismo) e poria a literatura brasileira no mundo? É difícil dizer e afirmar com exatidão quando uma pessoa reconhece que o que faz é perfeito. E você sabe reconhecer a perfeição ao olhar pra ela? Ou não reconheceria nem se ela te espancar no rosto?
Falo sobre mim agora. Não seu reconhecer a minha perfeição, digo às coisas que faço. Mas sei distinguir as coisas alheias. Não é drama. É só minha maneira de pensa: Nada que eu faço é perfeito. Ao contrario do meu amigo matemático e da minha amiga arquiteta. Eles são simplesmente perfeitos e não estou puxando o saco, é mais um fato.

Rótulos




Do quê vou chamar isso? Isso tem que cara? Como posso chamar isso disso? Porque temos a necessidade gritante de rotular as coisas, atos, sentimentos, pessoas. Isso é correto? Posso dizer que um menino que cresceu na favela, na periferia, tornou-se um traficante ou um ladrão. Então posso dizer que todo politico é corrupto? E que todo gay é depravado e que todo hétero é machista? Na verdade posso sim, só não é o certo a fazê-lo. E reparei que a maioria dos rótulos que usamos sempre vem acompanhada de desdém ou até arrogância. Por que geralmente os rótulos agregam uma conotação ruim à pessoa rotulada, até mesmo os nomes ambíguos, como exótico. Mas veja, não quero acabar com os rótulos, eles existem existiram e sempre existirão. O que eu quero é dar nomes aos meus escritos (e eu nem consigo chamar isso desse nome). Que piada não sei classificar o que eu escrevo! E isso é uma coisa que venho fugindo a minha vida toda, como posso dar rótulos a uma coisa se eu nem gosto disso?

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Os outros



Vendo os meus vizinhos penso sobre o que eles são nas suas intimidades. E como moro em um apartamento tenho vizinhos até sob meus pés e sobre minha cabeça. E o fato de eu pensar nisso é que as pessoas vivem passando para a sociedade que vivem bem, que está tudo sob controle, mas muitas vezes nem estar. Quando eles estão em seus momentos é que se revelam. Revelam-se os sete pecados capitais e a coisa vira o inferno de Dante. Parando para pensa mais uma vez essas pessoas vivem por demonstrar coisas que não são, vivem por demonstrar sentimentos que não tem. Por que isso? Porque sente uma necessidade gritante de mostrarem que tem controle de seus corpos, a famosa lei da mente sobre o corpo? Sejamos francos: o que você acha que são seus vizinhos? E o que eles pensam sobre você? O que eles fazem em sua intimidade? São raivosos? São falsos? Depressivos? Possessivo com alguma coisa fora do comum? Transmitem para uma sociedade imagens suas que não correspondem de fato quem são? Então faço a pergunta daquela musica antiga: quem é você quando ninguém está olhando?

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Convencimento - Resumo de Persuasão (Jane Austin)




Uma breve estória. Anne Elliot, aos 20 anos, está perdidamente apaixonada por Frederick Wentworth, de 20 anos. Seja pelo amor ou pelo simples calor do momento, eles decidem-se casar, mas seus planos culminam em seu próprio rompimento. Dois motivos: um, ela é rica e de família arrogante (no livro tem a chamada “a famosa arrogância dos Elliot”); dois, ele é um jovem ordinário aos olhos do Sr. Walter Elliot (baronete e pai de Anne), sem riquezas ou títulos. Sendo assim seu pai não pode aceitar que sua filha caia em uma cilada de casar-se com um homem pobre que não tinha nem o que dar para sua filha mais velha.
Então persuadidos (pai e filha) por uma nova personagem até então secundária, a senhora Lady Russell, a não realizar o casório. Lady Russell exerce grande poder na tomada de decisão na família Elliot. Uma mulher, a meu ver, centrada que tira seus conceitos muito rapidamente antes mesmo do segundo olhar que dar as pessoas ou aos objetos. Mas é graças a ela que o sr. Wentworth e a senhorita Elliot não ficam juntos.
Meu livro.
Sete anos depois os Elliot estão em apuro, problemas financeiro. A verdade é que desde a morte da senhora Elliot, mulher de Walter e mãe de Anne e Mary (irmã mais nova e a mais esnobe e arrogante dos Elliot), o Senhor Elliot vem colocado a sua própria em declínio financeiro. E eles não vêm outra alternativa senão vender sua luxuosa casa em Kellynch Hall e mudarem-se para uma de suas propriedade menores em outro lugar (pois o Sr. Walter não suporta de está perdendo sua fortuna, vender sua querida Kellynch Hall e ainda as outras pessoas saberem disso), para Bath. Mas devo acrescenta que mais uma vez a família Elliot são persuadidos a tal ato, pela caríssima Lady Russell juntamente com outro amigo e advogado da família, senhor Shepherd.
Enquanto o senhor Shepherd arranjava a pessoa para vender Kellynch Hall; Anne antes jovem, linda, cheia de vida; agora pálida magra e o rosto cheio de sardas e se ver indo visitar sua irmã mais nova, Mary, que agora está casada com senhor Charles Musgrove (a quem pretendia casar-se com Anne, mas está não o quisera optou pela irmã) e tem um pequeno herdeiro, William Walter Elliot. Mary é carente, irritante e hipocondríaca e a mais arrogante dos Elliot (depois do pai). Os Musgrove vivem em Uppercross, muito diferente de Somersetshire, o primeiro a autora dar a entender que é bem mais tranquilo e pacifico que o segundo.
Passando alguns dias Anne recebe a noticia de que um Capitão alugara Kellych Hall (seu pai está ainda em contra gosto a essa ideia, pensando que pode dar um jeito no financeiro da família, mas como era para alguém com patente alta na marinha de Londres, ele acabara por se a costumar a ideia). Ao receber tal noticia, Anne, estava desolada, pois sempre amara sua casa e dar toda ela (tanto a propriedade quanto o terrano) para um estranho da marinha fazia com que um gosta amargo crescesse no fundo de sua boca.
O capitão até agora anônimo despertara a curiosidade de todos. Alguns que o conhecia antes como o senhor Shepherd, lhe dera somente os mais altos elogios. Mas antes que este exímio ser aparecer e tomar posse em Kellynch Hall, Anne repara em sua linhagem (dada pelo Advogado) irmão da senhora Croft e irmão do padre Wentworth. Anne sabia quem era a criatura com o capuz negro: seu amor, Frederick.
No primeiro momento Anne se lembra de seu passado e no segundo passa a ter noção que o seu Frederick Wentworth será o novo proprietário de sua amada casa. Outro pensamento enche seu coração de medo: Ela e o, agora Capitão, Wentworth fariam parte do mesmo grupo social, isso quer dizer que eles iriam se encontra muitas vezes. Esse é o grande medo de Anne a principio.
Quando Anne chega a Uppercross se depara com Mary agonizando em doença (que só existia na sua cabeça), vendo a irmã naquele estado (esparramada pelo sofá com o jovem filho em cima de sua barriga), Anne se ver na obrigação divina que cura sua irmã e Mary ao ver a irmã já se sente melhor. Anne sabe que o Capitão Wentworth está em Uppercross, então ela se faz valer-se de desculpas para não sair da casa de sua irmã. Primeiro contara com a conveniente doença do sobrinho, depois inventara inúmeras desculpas para não dar de cara com o Capitão.
Mas no fim acabaram todas as desculpas e tivera que ir a um evento pequeno na casa dos pais de Charles Musgrove, fora quando ela o vira: frio e distante. Frederick, aos olhos de Anne, fazia de tudo para lhe ver triste e não demostrava nenhum afeto para sua parte. Anne recordara que Frederick era ambicioso e muito inteligente, talvez devesse ter sido isso o que fizera daquele modo ou a sua ruptura com Anne.
Mas essa frieza era puro teatro por parte de Frederick, pois ele ainda estava perdidamente apaixonado pela sua Anne Elliot. Ela que agora estava menos magra de rosto e corpo, e mais corada e com menos sardas, vira o seu jovem ambicioso amor juvenil se transformar em um grande Capitão da marinha britânica. E ele vira sua flor tornar-se murcha com o passado do tempo e tornar-se cheia de vida ao seu toque.
Enfim ambos tiveram noção sobre o que sentiam um pelo outro e fizeram aquilo que deveriam fazer a oito anos atrás: casaram-se.
O que era pra ser uma breve estória tornou-se uma grande estória cheia de nuances sobre amor, coerção e perseverança. É disso que trata Jane Austin nesse livro.
Trecho que eu mais gostei do livro

Minha opinião:

Lendo esse livro me fez pensar sobre relacionamento e o tempo que sofrem para poderem se desenrolar. Podem-se passar dez anos, mas se for amor verdadeiro ainda terá a mesma intensidade. E o fato de Anne não querer se casar com 27 anos em 1818 era o marco da revolução feminista, pois a mulheres naquela época não tinha voz e nem vez em um mundo dominado pela testosterona. As mulheres estavam a mercê de homens, seja pai, irmão, cunhado e esposo.
O mais impactante é que ainda estamos enfrentando resquícios desse regime machista. As mulheres ficam em uma posição vulnerável com relação aos homens. E isso é frustrante dos dois lados da moeda. Do lado feminino: as mulheres tem uma mente progressista com relação aos assuntos mundiais (coisa que até dez anos atrás elas tinha receio de fazê-lo); e do lado masculino é bom para os homens demostrar que não vão para frente sem a opinião de uma mulher e demonstrar um pouco de afeto ao poder feminino sempre é bom.

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Duffy - Hard for the Heart

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I never choose to be poor for what is become of me,
Nor did I choose this Faith,
I never thought life would be so hard to be,
I guess it is just my Faith,

If these walls down go up for me
There will be pretty sure I can lost this surrender
If these walls go up for me,
There will be tell you lost in so many ways,

I am looking for safety,
What is it all about,
For somebody to tell me,
Take away this vow,

Life is a play and we all play a part,
But it often gets hard for the heart [2x]

Hard for the heart

Who ever thougth I ever questioned mortality,
It is given time and space,
And who ever says we belong to society,
The only human race

If these wall will comfort me,
There will pretty sure I am lost for so many ways
If these walls come talk to me,
There would I be for lost so many ways

I am looking for safety,
What is it all about,
Will somebody tell me
Take away this vow,

Life is a play and we all play a part,
But is often gets hard for the heart.
Hard for the heart

Life is a play and we all play a part,
But is often gets hard for the heart.
Hard for the heart

Adormecido



Inspirado pela bela adormecida e sua estória macabra, faço esse post. Caro amigo, já se perguntou sobre o que acontece quando você está de olhos fechados, sonhado com coisas futuras ou não? Não tem medo do que possa acontecer contigo enquanto você dorme? Uma vez que o mundo não para e parece que quando estamos dormindo o tempo passa mais rápido que o normal. Você pode está sendo observado por alguma coisa ou por alguém. Um demônio só esperando para possuir teu corpo imaculado; ou talvez um anjo que o protege e o guarde. O fato que nunca saberá, prezado amigo, o que acontece com você durante o tempo que dorme.
Querido amigo, responda: já sentiu o cheiro de alguma coisa fora do habitual? Como queimado ou algo podre? Pode ser que sentira o cheiro fétido de um demônio. Ou talvez tenha sentido o cheiro doce e refrescante? Pode ter sido um divino anjo. Mas se você já tiver sentido algo mais estranho como um dedo nos seus dentes ou pressionando sua barriga; já não sei o que é. O que acontece com você enquanto dorme? O que acontece com seu corpo? O que acontece com a sua alma?